Archive | janeiro 2009

Planejamento antes de tudo

Portal Meta Análise

Nesta reportagem assinada pela Luciana Robles, destaco em entrevista ao portal Meta Análise a importância de alinhamentos internos nas empresas a fim de se assegurar a eficiência no investimento feito em publicidade. Aliás, tudo na vida requer planejamento.
 

Correndo atrás, porém muito à frente

“Essa cidade
Muda os seus sinais
Bem mais veloz
Que o meu coração de mortal
Correndo atrás
Sempre, sempre atrás…”

Vinte e cinco de janeiro, aniversário de minha cidade. Escolhi esses versos da canção “Correndo atrás” da Marina Lima para homenagear os 455 anos de São Paulo, cidade onde vivo. Acredito que o nome da música tem muito a ver com a situação que todos vivem hoje: “correndo atrás” daquilo que se pretende alcançar. A ideia de movimento indica, ao menos, que não estamos parados no tempo.

Parabéns, São Paulo.

Comunicação em tempos de crise

Mundo do Marketing

Havia comentado em post anterior a respeito de um artigo que preparei sobre o investimento em comunicação em tempos de crise como parte do caminho para a sustentabilidade.

Para ler, é só clicar aqui ou acessar www.mundodomarketing.com.br.

Tempo, tempo

Estande GTE/Vanzolini na Campus Party

Na Campus Party 2009, no estande da equipe GTE da Fundação Vanzolini, um interessante jogo interativo de percepção vem desafiando os visitantes a vencerem o tempo. Ganha quem responder mais rápido às diversas questões apresentadas. Concentração é essencial. Visitei o evento na terça-feira e encontrei alguns amigos, além dos colegas da GTE 

Debate

Debate promovido pela Fundação Vanzolini

 Ontem, quarta-feira, o debate promovido pela Fundação Vanzolini reuniu o Rogério Costa, consultor da GTE, como mediador do encontro, e os convidados Fabio Lima, editor do caderno Link do jornal O Estado de S. Paulo, e Lobão, cantor e compositor. Para conferir fotos do debate, clique aqui.

Campus Party: estarei lá

Campus Party - Fundação Vanzolini/GTE

A semana foi um tanto corrida, mas ainda a fecho com este post para um importante registro. A Fundação Vanzolini, na qual tenho a oportunidade de atuar ao lado de grandes profissionais, estará presente na segunda edição brasileira da Campus Party, um dos maiores eventos de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Este ano, o evento será realizado no Centro de Exposições Imigrantes, entre os dias 19 e 25/1. Essa participação ocorrerá por força do competente trabalho da equipe GTE (Gestão de Tecnologias aplicadas à Educação), uma das áreas da Vanzolini.

No dia 21/1, quarta-feira, haverá um debate na Campus Party, promovido pela GTE, com os convidados: Rogério da Costa (consultor), Fábio Lima (O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado) e Lobão (cantor e compositor). A programação deste e dos demais debates do evento, como normalmente ocorre, estará sujeita a alterações. De qualquer forma, para conferir os horários, basta checar o site: www.campusparty.com.br. Nesse mesmo endereço, você poderá imprimir o seu convite, gratuito, que permitirá o acesso à Campus Party, entre os dias 20 e 23/1.

A Vanzolini é a responsável pelo apoio na montagem da infra-estrutura tecnológica e suporte técnico. Também estará presente com um estande, cujo tema será “Rompendo a barreira do tempo”, cuidadosamente desenvolvido pela equipe GTE. Estarei por lá visitando a Campus Party durante a semana (a trabalho…) e talvez possamos nos encontrar.

Nem preciso dizer que esta participação no evento é o resultado de um grande processo colaborativo. É provável que eu inclua por aqui algumas fotos ou comentários a respeito. Até mais.

Engajamento: força necessária

Ontem estava revendo algumas antigas anotações sobre conceitos de administração e me deparei com uma bem interessante: “A verdadeira essência do empowerment é liberar os conhecimentos, a experiência e o poder motivador que já existem nas pessoas e estão sendo pouco utilizados”. A referência é de um livro de Ken Blanchard, elaborado em parceria com John P. Carlos e Alan Randolph.

O conceito de empowerment (autorização) deve ter surgido pela década de 80. É uma forma, apropriando-se da definição dos autores citados, de “tornar os membros da equipe parceiros no negócio que determina o sucesso da empresa (…) ou seu fracasso”. Existe aí uma relação do papel do líder com a equipe, que prevê a delegação de responsabilidades para que as pessoas tomem decisões importantes para os negócios da empresa. Concede-se a ‘autorização’ para tal fim.

Obter informações, claras e objetivas, sobre a condição financeira e estrutural da empresa, é fundamental, além de muitas outras que permitam a cada funcionário entender melhor o ambiente em que atuam a fim de melhorarem processos e tornarem a organização mais competitiva. Se esses breves comentários lhe pareceram familiares a outros conceitos, você está certo. Tudo isso fez sentido na época em que o empowerment estava em maior evidência e ainda continua fazendo sentido, claro.

O que não se pode perder, em qualquer época que seja, é o valor de participação das pessoas. Não é novo o que digo, mas não há fórmula mágica para essa participação. Acredito que o engajamento, em adequação à palavra que descreve o conceito inicial, concentra a verdadeira representação da força que há nas pessoas e a sua disposição e capacidade para entregar à organização e a seus clientes aquilo que é esperado.

Engajamento é um ato de dedicação espontânea dessas pessoas para a realização de um determinado objetivo. É uma dedicação ou envolvimento decorrente do apreço pela empresa em que trabalham e da retribuição pelo crédito que lhes é depositado. E, para isso, não precisam de nenhum tipo de autorização. Elas tratam a empresa da mesma forma como são tratadas. Engajam-se com a missão da empresa, estimuladas pelas boas práticas de liderança. E nada disso acontece sem comunicação, percepção de sentido do valor do próprio trabalho, objetivos estratégicos e visão de futuro.

Abracom: comunicação organizacional

Comunicação Interna (Abracom)

Inicio 2009 com o registro do recebimento do 3º caderno de comunicação organizacional da Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), da qual meu ex-escritório já participou como associado. Nesta oportunidade, recebo o caderno “Como entender a comunicação interna”, encaminhado pela colega Claudia Cezaro Zanuso, diretora de Atendimento e Planejamento da KlaumonForma Comunicação e uma das coordenadoras do Grupo de Comunicação Interna da Abracom, onde ela também é conselheira fiscal.

O caderno traz informações importantes para a compreensão do aperfeiçoamento de processos, produtos e serviços das empresas que tenham profissionais que enxerguem a Comunicação Interna como um fator estratégico de negócios. Destaco uma das passagens dessa publicação (pág. 25) para reflexão: “É importante ouvir colaboradores de todos os níveis antes de elaborar, implantar, desenvolver e manter um projeto de Comunicação Interna”.

Para quem tiver interesse, o caderno está disponível para consulta, em arquivo PDF, no site da Abracom. Clique aqui para acessá-lo. Vale a pena também conhecer os cadernos anteriores: www.abracom.org.br.