Archive | maio 2009

Reduzir sim, mas não cortar

 Revista Fecomércio RS - Bens & Serviços     A revista Fecomércio – Bens & Serviços publicou recentemente uma entrevista que concedi à Bianca Alighieri. Em tempos de crise, “Comunicar para vender”, título da matéria, ainda continua tendo forte sentido.“Reduzir [investimentos] é parte da revisão da estratégia. Cortar é ter certeza que não havia nenhuma estratégia de negócios, o que favorece o fortalecimento da empresa concorrente”, afirmo.

Para ler, clique aqui.

Nexo é o que lhe falta?

“Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”. A frase é de Walter Longo, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e vice-presidente da Young & Rubicam no Brasil em entrevista ao Portal  Mundo do Marketing.

Longo acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (Editora Best Seller), com Zé Luiz Tavares. Muito oportuna uma passagem nessa matéria que menciona a falta de nexo que alguns gestores de Marketing costumam ter, provavelmente, por falta de estabelecerem conexão entre as estratégias e as ações propostas em Comunicação e Marketing. Eu diria que um gestor de Marketing que não consegue “ler” a empresa pelas pessoas que ali trabalham e a relação com os objetivos estratégicos da organização em seu mercado, dificilmente conseguirá fazer uma conexão correta com o mundo externo.

Em tempo: a reportagem é assinada pelo Bruno Mello.

Twitter: vai me seguir?

Desde a semana passada passei a utilizar o Twitter, cujas atualizações podem ser visualizadas aqui mesmo neste blog. A ideia do Twitter é responder “O que você está fazendo agora”, em um texto de, no máximo, 140 caracteres.

A verdade é que o Twitter, uma espécie de microblog, já é utilizado para falar de muitos outros assuntos e não propriamente sobre o que a pessoa está fazendo. Até diversas empresas já adotam o mesmo sistema como um novo canal de divulgação de promoções. Com textos mais diretos, o que tenho constatado é que esta ferramenta é também uma grande oportunidade para trocar informações e conhecimentos.

Sendo assim, vamos em frente!

Open source, código aberto

Tux, o mascote do Linux

 

Falei no post anterior de colaboração on line e, aproveitando essa temática, vale lembrar que o sistema operacional Linux nada mais é do que o resultado de uma inteligente e bem-sucedida colaboração em rede. Na década de 90, o finlandês Linus Tolvards abriu, na Internet, o “código-fonte” do que viria a ser o Linux e programadores de software do mundo inteiro entraram neste processo colaborativo, aperfeiçoando o sistema.

Como utilizo o Windows XP e o problema que relatei anteriormente se deu em cima deste produto da Microsoft, confesso que tenho dúvidas se é um sistema realmente seguro na maior parte do tempo… Alguém pode compartilhar experiências com o Linux?

Sem vírus, sem crackers

Sobre o post anterior, segue uma relação identificada em um arquivo removido após uma auditoria em minha máquina. Se você tem conta em algum desses bancos ou em outros (eu só tinha no Itaú, mas o cardápio veio mais completo) ou usa o provedor Locaweb, cuidado com seus acessos, pois os crackers mudam de endereço com muita velocidade. O certo é que, por segurança, não acessei em momento nenhum minha conta durante esse tempo em que o problema não estava resolvido. Por fim, agradeço pela colaboração on line que recebi.

Relação dos sites direcionados a uma página fraudulenta

Hackers são pessoas do bem. Os crackers não.

Entre outros exercícios de reflexão, o Dia do Trabalho, na sexta-feira, me levou a pensar sobre a prática daqueles que utilizam a rede para “infernizar” a vida dos pobres usuários do chamado sistema Internet Banking. A ilustração deste post mostra a tela que recebi ao tentar usar o Bankline do Itaú, no feriado. Apenas apaguei os números de minha agência e conta nessa imagem, pois imagino que ninguém queira fazer um depósito a meu favor…

Tela fraudulenta do Bankline - Banco Itaú

Achei tão estranha e, ao mesmo tempo, tão real a tela, que fui logo tratando de olhar o verso do meu cartão eletrônico, seguindo uma das primeiras instruções. A numeração sugerida, entretanto, não constava do layout do cartão. Por serem seis dígitos, quantidade similar à senha do cartão, imaginei se tratar de uma fraude e não digitei nada. Recorri ao telefone do serviço SOS do Itaú, desconsiderando o número de telefone exibido na tela supostamente fraudulenta.

Constatei que o telefone ali informado era de fato o correto. Ao relatar à atendente do banco o que havia ocorrido, fui informado que se tratava de uma tela de “hacker” e, portanto, era uma fraude. Orientaram-me a passar antivírus e tudo mais. Considero o programa de informação sobre segurança e alerta de fraudes do Itaú realmente muito bom. De qualquer forma, tenho antivírus “versão turbo”, módulos de segurança atualizadíssimos e mesmo assim os fraudadores ainda tentaram, sem sucesso, me “pegar”. Hoje, sábado, a tela persiste. Precisarei recorrer a algum técnico que “limpe” os códigos maliciosos ou vírus de minha máquina. Antes disso, nada de acesso.

Aproveito este post para também lembrar que esse tipo de ação fraudulenta não é praticada por hackers, como me disse a atendente do banco, e sim por crackers. Hackers são pessoas do bem. Contribuem no aperfeiçoamento dos sistemas de segurança, decifram códigos e antecipam possíveis transtornos que um sistema falho poderia causar aos usuários.

Já os crackers são a galera do mal. São aqueles que quebram um sistema de segurança de forma ilegal, tal como fizeram na tela que mencionei, invadem computadores. Não vou entrar em detalhes aqui, pois a Internet tem muita informação a respeito. Mas tratem hackers com o devido respeito, considerando que são aqueles que fazem o bom uso do conhecimento para aperfeiçoar softwares. Já os crackers, esses precisariam ser identificados e banidos da rede, em definitivo.