Archive | fevereiro 2010

O tio ataca…

… no elevador:

… pensando em se dar bem ao acampar:

… tentando entrar de bicão na festa alheia:

… até que fica já meio cheio de tudo e dá o troco:

Nem me lembrava que o personagem da Sukita foi usado para o comercial do Classe A da Mercedes Benz. Às vezes, alguns personagens fazem mais sucesso que o produto anunciado.

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Aumente o som

Isso é o que eu chamava de um “tapa na orelha”:

Escritório compartilhado

Coworking é uma forma de compartilhamento de um mesmo local de trabalho por profissionais de diferentes áreas de atuação. Em comum, dividem todos os custos de uma infraestrutura e, muitas vezes, conhecimentos para aplicação em seus negócios. Nesta entrevista à Veja.com, alguns desses profissionais falam das vantagens desse conceito, que já existe há muito tempo fora do Brasil.

É importante lembrar que o teletrabalho, o trabalho realizado a distância e em qualquer lugar, inclusive em casa, tornou-se viável pelo uso e desenvolvimento da tecnologia e pelas formas possíveis de comunicação mediada por computador.

 A reportagem é de Rafael Sbarai:

O que deu no New York Times?

A partir de 2011, é praticamente certo que o New York Times irá cobrar pelo acesso parcial ao contéudo on line da publicação. A justificativa é baseada na queda de receita da publicidade em versões impressas. Alternativas foram estudadas antes de se adotar tal medida, porém, é sempre lamentável quando um conteúdo, de interesse público, se torna restrito para a população.

Esse episódio apenas confirma o que todos já sabem: não há mágica para manter um negócio funcionando o tempo todo, com a qualidade necessária, sem retorno financeiro. Isso é tão antigo quanto a própria citação “We can try to understand the New York Times’ effect on man” (Nós podemos tentar entender o efeito ‘NYT’ no homem) na música dos Bee Gees (Staying Alive). Por outro lado, para uma empresa permanecer viva, é preciso mais que recursos financeiros; é preciso olhar para pessoas e para o meio ambiente. Papo-cabeça?  Ha, ha, ha, ha, ha, staying alive, staying alive…

Traços em 3D

Não existe superfície que possibilite desenharmos em 3D, mas, neste vídeo, com o uso da realidade aumentada, é possível compreender que nem tudo é impossível.

(c/ informações do Link – Estadão)

Quem vai para a cozinha?

“Coração do Lar” é o projeto da Electrolux apresentado no DesignBoost do Museu Sueco de Arquitetura, em Estocolmo.  Nele, a empresa demonstra qual seria a sua visão para a cozinha do futuro, combinando balcão, fogão e mesa.

Resumidamente, ao se colocar ingredientes sobre a bancada, o equipamento reconheceria as combinações possíveis de pratos a serem feitos. Uma vez decidida a receita, seleciona-se com a mão o tamanho da área a ser utilizada para cozimento e determina-se o ajuste da profundidade que substituiria as panelas.

Esse projeto de cozinha, imaginada para daqui a quatro décadas, tem como base alguns pressupostos da Electrolux a respeito da sociedade, como a presença das redes sociais na rotina de vida das pessoas para  ajudar nas tarefas diárias.

(c/ informações da Info)

Naftalina pura

Uma seleção de comerciais antigos com jingles inesquecíveis: D.D. Drin, Primavera, Groselha Vitaminada Milani, Bala de Leite Kid’s e Café Seleto. Visite, depois, o bem organizado acervo do Clube do Jingle e ouça outras trilhas.

Retoca direito!

Ainda sou da opinião que celular precisa fazer e receber ligações como primeira funcionalidade. Photoshop para iPhone? Só se o usuário for postar uma foto em algum site pelo próprio celular e desejar retocá-la antes. Mas a pergunta é: há necessidade disso?

Usar Photoshop requer conhecimento profissional para que depois não aconteçam alguns desastres como os que são mostrados neste blog.

Engradados de apoio social

Usar a forte distribuição de um refrigerante para levar a regiões carentes ajuda na forma de “produtos sociais”, como sais de reidratação oral e comprimidos de vitamina A. Uma ideia interessante…
Site: www.colalife.org.

Raiva no trabalho? Vai com calma.

Será na próxima quarta-feira, 24/2, às 19h, o lançamento do livro “Tenha Calma!  Como lidar com a raiva no trabalho e transformá-la em resultados positivos“, assinado pela amiga Vera Martins.

Para quem conheceu, antes, “Seja Assertivo!”, certamente esta obra surpreenderá ainda mais o leitor pela grande contribuição que a Vera dá aos profissionais em diferentes estágios de sua carreira. O encontro será realizado na Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, na Av. Paulista, 2.073.

Teste de colisão

Vi há pouco, neste início de quarta-feira de cinzas, este comercial do Mackenzie, uma produção da QG Propaganda. Simplesmente inteligente. Esperava por outra mensagem, mas “educação e cidadania” têm mesmo tudo a ver com o anunciante. Excelente resultado.

A todos, um bom retorno e a sobriedade sempre necessária que impeça misturar álcool e direção.

Uma alegria fugaz

” (…) dormia a nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações…

Seus filhos / Erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes / Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal / Tinham direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia / Que se chamava carnaval
O carnaval, o carnaval”

Acorda Brasil, pois amanhã tudo volta ao normal. E como lembra Chico Buarque, na música que dá título ao videoclipe a seguir, quem sabe tudo isso um dia “vai passar”:

Loiras geladas

Na semana passada, a propaganda esteve em alta para a promoção de uma cerveja. Sob o tom “bem misteriosa”, a campanha do produto incluiu um comercial de TV em que uma loira, em ângulos que impediam a revelação de sua identidade, era fotografada por um rapaz que a observava de um apartamento em frente ao dela. Para aguçar ainda mais a curiosidade,  o filme publicitário terminava com o endereço www.bemmisteriosa.com.br:

Para o visitante, o site apenas mostrava o desenho de uma fechadura com uma parte da imagem da moça do comercial. A estratégia contemplou a rede social Twitter. Na prática, quanto mais ‘tweets’ com a hashtag ‘#bemmisteriosa’ o usuário postasse, maior ficaria a abertura da fechadura, aproximando a revelação da loira e do produto. 

Houve até quem adiantasse a data do setup do computador para observar os dias seguintes e a fechadura com um tamanho já maior. Deu certo, mas a identidade da loira e do produto não foi mostrada. A revelação que ocorreria somente no dia 12, foi antecipada à imprensa no dia 10, já que alguns blogueiros mataram a charada. A loira era Paris Hilton e a cerveja, a ‘Devassa – Bem Loura’ do Grupo Schincariol. Este é o filme exibido na sexta-feira, 12, no intervalo do Jornal Nacional:

Fora isso, a ‘Devassa – Bem Loura’  baixou como a cerveja oficial do sambódromo do Rio de Janeiro e de São Paulo. No Rio, teve direito até à presença da própria Paris Hilton que, para variar, já está hoje, na mídia, em cenas inusitadas de sua participação no camarote do patrocinador. É bom dizer: o rótulo leva a marca ‘Devassa – Bem Loura’, o que, a princípio, não deveria se confundir com a marca ‘Devassa’, cerveja artesanal, da própria Schin.

Aliás, as cervejarias Devassa seguem um sistema de franquia parecido com o da Brahma. É certo que a promoção da nova cerveja contribua para acelerar este modelo de negócios. Em tese, o público das cervejarias Devassa é A, AB, enquanto o da Brahma é A, B, C. Veja este vídeo da Exame de 2008:

Em tempo: vale lembrar que a popular Nova Schin tem bom desempenho na região nordeste, o que parece não acontecer no sudeste. A ‘Devassa – Bem Loura’ dá sinais, portanto, de disputar um mercado de consumidores com maior poder aquisitivo, com distribuição inicial no Rio e São Paulo.

Faltou bom senso

Ruídos de comunicação, erros de interpretação, falta de preparo para um entrevistado. Não adianta ter experiência na profissão e insistir em um assunto baseado no “me disseram que…”. Boa postura da Renata Fan ao responder a Lincoln, novo contratado do Palmeiras.

De nada vale uma carreira internacional se não há postura para lidar com supostas críticas, mesmo que elas existam. Quer acabar com a própria imagem? Comece assim…

Nós somos o mundo

Depois de 25 anos, eis que surge uma regravação para “We are the world“. Desta vez, o propósito da canção é ajudar o Haiti. Gravado em 1º de fevereiro de 2010,  o clipe reuniu diversos artistas no mesmo estúdio da versão original (e acreditem, tem até Michael Jackson em cenas da gravação de 1985).

Toda contribuição, claro,  será sempre bem-vinda, sem dúvida. Por outro lado, aqui no Brasil, esperamos que iniciativas semelhantes para a reconstrução de São Luiz do Paraitinga (SP) e vítimas das enchentes em outros cantos do país não tenham apenas um fundo de “promoção” para os envolvidos.

Site oficial da campanha: We Are the World Foundation. Lá você encontra as formas de contribuição. Em tempos mais modernos, dá para adquirir a música pelo iTunes, por exemplo.

Com proteção, sim

Final de semana chegou e, com ele, o feriado prolongado de carnaval. Época de viajar, descansar e e se divertir, acima de tudo, com muita responsabilidade. Aproveito esse fato para registrar uma nova dica de vídeo que recebi do Marcel Ramon de Almeida, amigo e aluno de Comunicação e Marketing. Trata-se de uma campanha francesa para lembrar que sexo seguro é fundamental e, sem preservativo, nem pensar.  

Olhem pelo lado educativo, por favor… O filme é uma animação bem humorada, sem deixar, por esse fator, de chamar a atenção para o seu objetivo principal. E comentem. No mais, um feriado seguro para todos.

Nascido para ser selvagem

Postei ontem no Twitter uma referência ao caso de assédio moral ocorrido na LG Electronics, divulgado na segunda-feira, 8/2, no jornal O Estado de São Paulo, em que um executivo coreano, em atividade aqui no Brasil, teria dado um tapa nas costas de uma funcionária, além de insultá-la, entre outras acusações de assédio moral que pesavam sobre ele. No mesmo ‘tweet’, fiz menção a outro tapa, porém do comercial da LG em que um bebê, ao nascer, recebe uma leve palmada do médico, como é normal ocorrer. Tempos atrás, havia até postado esse comercial aqui no blog.

São situações diferentes, sem sombra de dúvidas. De um lado, apenas a genialidade de um filme publicitário, criativo e profissional. Do outro, a constatação de um episódio que está longe de ser exclusivo da LG, mas que demonstra o despreparo daquele executivo no respeito às pessoas e à própria cultura de nosso país. Aviso aos navegantes: meu tweet não teve objetivo de fazer piada com esse caso e nem este post tem como propósito explicá-lo. Acredito, entretanto, que as duas situações permitem um questionamento: até que ponto problemas sérios como esse, de assédio moral, fazem parte das informações que chegam aos profissionais de uma agência de publicidade ou a todos os funcionários, por exemplo?

Por mais que digam que é um questionamento tolo, eu seguramente me preocuparia em colocar esses parceiros ou fornecedores a par de problemas internos, evitando que o produto final, no caso, o filme publicitário, trouxesse algum símbolo a um fato tão lamentável como o comportamento daquele executivo (tapa). Vale lembrar que é difícil assegurar transparência na comunicação interna quando uma ou outra área prefere tratar, em sigilo, um assunto tão grave como assédio moral a fim de que o caso não alcance outras dimensões. Pura bobagem. O que não é conhecido por todos na rede formal de comunicação, mais cedo ou mais tarde cairá na rádio-corredor. E irá parar na imprensa, por consequência, porém com a devida apuração dos fatos como um trabalho jornalístico deve ser feito. E vai depois explicar isso para todos os colaboradores que aquele foi apenas um caso isolado.

Selvagem?
Não bastasse o símbolo de um tapa, o mesmo comercial traz também, como trilha, uma música que em livre tradução seria “Nascido para ser selvagem”. Coincidências ou não, parece até um recado para executivos de comportamento questionável como o daquele senhor. Certamente aposto no profissionalismo das pessoas e posso imaginar que este não foi o caso. Mas que intriga, intriga.  A forma de se fazer negócios, como todos sabem, não é a mesma nos quatro cantos do mundo. Assim como lidar com pessoas também requer conhecimentos que vão além da cultura do país de origem. Em resumo: não é no tapa, na agressão física, ou no constrangimento ou desrespeito às pessoas que uma organização cresce. Isso vale, evidentemente, para executivos brasileiros que atuam em outros países. No mínimo, falta ainda muito para que executivos ou demais gestores de diferentes culturas possam compreender, assimilar e agir de acordo com o que uma boa conduta e postura ética nos sugere.

Missão, visão e valores deixaram há muito de fazer parte de placas decorativas espalhadas pelos corredores das empresas. A filosofia empresarial, a forma de se pensar e questionar qual é a missão e o papel da organização no relacionamento com seus stakeholders, deveria fazer parte da agenda diária de todos nós. Compreendo que a LG Electronics, antes de tudo, é uma organização que procura exercer o que compete a uma empresa de seu porte, gerando milhares de postos de trabalho no Brasil, recolhendo seus impostos, oferecendo produtos com alta tecnologia, entre outros fatores, e se esforça para conquistar e manter a sua participação no mercado.

Não faço um julgamento da empresa nem uma defesa, mas evidencio, a partir do que nos sugeriu a reportagem do Estadão, a postura inadequada de pelo menos um de seus representantes em atividade no país, inabilitado a lidar com o fator humano. Nem por isso deixarei de reconhecer que existe, sim, competência dos profissionais que atuam por lá e um talento extra para conviver com situações absurdas como a que foi descrita.

Garrafa ‘pet’ na indústria automobilística

No ar há uma semana, novo comercial da Ford, com a atriz Maria Fernanda Cândido, faz referência ao uso de garrafa ‘pet’ reciclável para a produção dos carpetes utilizados nos carros fabricados pela empresa. Preocupação ambiental e com o consumidor é a mensagem. Bastante sutil, é verdade.

Oras, bolhas

É um exagero, mas tem lá seu efeito… Uma empresa fez esta ação para lembrar da importância de se dirigir com cuidado, principalmente em condições ruins de tempo. O local escolhido, totalmente embalado em plástico-bolha, é uma avenida do Reino Unido que originou, nos últimos cinco anos, o maior número de pedidos de pagamento de seguros.

At last

Resgatei este making of de um comercial não muito antigo do Citröen C4 Pallas…

… para relembrar, na verdade, a trilha do comercial, que é a música “At Last”,  conhecido sucesso na voz de Etha James. Se há imagens que falam mais que mil palavras, há canções que dizem mais do que superproduções.

Publicidade em redes sociais

Já não é de hoje que sabemos que a rede social Facebook negocia espaço publicitário tendo como base qualitativa o perfil de seus usuários. A novidade, entretanto, é que o acordo entre Facebook e Microsoft em publicidade foi revisto e o contrato de exclusividade para controle de metade do negócio foi rompido.

É certo também que outras redes sociais representam um potencial negócio para anunciantes, como ocorreu há poucos anos com a compra do Orkut pelo Google. Enquanto esse mundo virtual se transforma e amplia seu alcance, as empresas proprietárias de redes sociais vão oferecendo a seus usuários novos atrativos, como jogos e serviços de interfaces com outras redes, cuja lógica é promover interação entre os usuários e mantê-los sempre por perto. Seja como for, não existe fórmula mágica para manter um serviço ativo de qualidade sem gerar receita. Redes sociais não fogem à regra.

A fé remove cachorros

Tem frases que ficam para sempre. “Se ele não for um bom político, nunca mais votem em mim”, lembram-se? Pois bem, desta vez não foi exatamente a frase de um político, mas um conselho do Padre Marcelo Rossi. Quando encontrar um cachorro bravo, olhe pra cima, confie em algo positivo, e não demonstre medo ao animal. Resultados no vídeo abaixo. Dica do Gabriel (@gabrielsp, no Twitter):

Light plus… mais essa agora

Refrigerante com vitaminas e minerais?

Redes sociais: quem cuida?

Ainda será preciso um bom tempo para que as empresas utilizem corretamente as redes sociais como mídia. É uma opinião. Nem todos sabem fazer uso adequado desse recurso. Da mesma forma que uma pessoa que utiliza o Paint já se considera fera em designer gráfico, em breve veremos usuários de redes sociais, sem formação adequada, trabalhando neste novo campo. Lamentavelmente já começo a encontrá-los, em muitas redes, como agentes de propaganda  e não como especialistas em redes sociais. 

Por outro lado, temos de reconhecer que o mercado já vem preparando bons profissionais para esse fim, como alguns nomes que podemos ver neste vídeo da Telefonica, gravado durante a Campus Party. É preciso, portanto, que o responsável em geri-las seja alguém com conhecimento e compreensão suficientes para não expor inadequadamente a marca de uma empresa.

Siga em frente. Recalculando a rota.

Inventam de tudo. Até usar vozes de personagens ou celebridades para transformar a navegação em GPS mais divertida. Um dos exemplos é a voz do Homer Simpson, em produto da VoiceSkins, ou a da atriz Kim Cattrall, da série Sex and The City, da Navtones. Todos em língua inglesa, claro, já que não temos nada parecido (ainda) em português.

(com informações da Info)