Archive | março 2010

Quanto mais complicado, melhor

Talvez seja o único caso de uma empresa que admite trabalhar para “infernizar” a vida de seus clientes. Literalmente. Ótimo comercial. 

 
 

 

Por água abaixo

Biodegradáveis… Faz tempo que não ouço falar a respeito. Um breve alerta para refletir sobre  hábitos e escolha de produtos e seus impactos para a vida aquática:

Miniaturas em tamanho real

Um bom impacto na paisagem urbana. Foi o que a Ogilvy México se propôs a causar com a criação de um grande painel instalado em uma passarela para o cliente Hot Wheels, o tradicional fabricante de carros-miniatura colecionáveis. Impossível não lembrar desses carrinhos de brinquedo diante da imagem abaixo.  

Personalizado mesmo

Mais uma do Burger King: Whopper® Face. Faça um pedido que tem a sua cara…

Que tal um cineminha virtual?

Spike Jonze, produtor e diretor de filmes e vídeos musicais, é o responsável pela produção do curta metragem “I’m here”. Com apoio da Absolut Vodka, o curta retrata a história do relacionamento de dois robôs que moram em Los Angeles.

A grande novidade, entretanto, fica para a forma de exibição do filme. Quem quiser assistir a uma sessão, precisa se dirigir à sala virtual (clique na imagem abaixo). Na bilheteria, verifique a disponibilidade da sala e, se estiver lotada, veja o horário da próxima sessão e retorne. O número de assentos é limitado e, quando disponíveis, você pode utilizar a rede social Facebook e compartilhar o filme com seus contatos.
 

Boa sorte na fila e bom filme!

Como não ficar indiferente?

Da série “comerciais polêmicos”… Filme publicitário da Fiat para o lançamento em 2003 do Novo Palio teve sua veiculação suspensa, na época, por recomendação do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Você arriscaria dizer por quê?

Yes, we can!

Presente em mais de 53 mil listas no Twitter e com quase 3,5 mihões de seguidores, há que se reconhecer que Barack Obama utilizou bem as redes sociais na época que antecedeu sua eleição e até hoje continua fazendo uso para governar e se comunicar em busca de apoio. A reforma da saúde, uma de suas prioridades, foi aprovada no congresso americano na segunda-feira, 22/3. Horas antes dessa votação, Obama lançou mão do Twitter e enviou mensagens pedindo aos eleitores pressão nos seus representantes para aprovação da reforma.

Como lembra este vídeo de 2008, que mistura música ao discurso do presidente norte-americano, “yes, we can!”:

Água, dona da vida

Neste Dia Mundial da Água lembrei da canção “Chega de Mágoa”, entoada por mais de 150 artistas brasileiros no projeto “Nordeste Já” (1985), uma espécie de “USA for Africa” tupiniquim. Se a seca no nordeste sempre foi um problema no país, a escassez da água no planeta assume uma proporção ainda maior. Em comum, as condições climáticas.

Preservar a água no planeta e pensar na logística de levá-la a lugares onde naturalmente  ela não chega continuarão sendo questões presentes em nossas agendas e das futuras gerações.

Privacidade on line

Uma animação do “Street View” muito bem produzida  para mostrar que o Google, no Japão, tem trabalhado com extremo cuidado as regras de privacidade por lá:

Dicionário luso-publicitário

Pensando em trabalhar em uma agência de publicidade em Portugal? O vídeo, a seguir, traz algumas dicas para você compreender melhor algumas palavras do português usado por aqui e lá. Eu mesmo estava pensando em fazer um guião, mas como você está olhando para o ecrã agora, não vou ficar aqui fazendo papel de copy:

Massacre a macacos ou a uma marca?

No Jornal da Globo de terça, 16, uma reportagem me deixou bastante impressionado: a fim de promoverem um protesto na Tailândia clamando por eleições, manifestantes recolheram cerca de mil litros de sangue para, depois, jogá-los fora, nos portões do prédio do governo. Com tanta dificuldade para se conseguir doadores por aqui, esse protesto beirou o absurdo.

Em um contexto muito diferente que a iniciativa anterior, os ativistas do Greenpeace fizeram outro tipo de protesto para chamar a atenção do fabricante Nestlé, que adquire de fornecedores óleo de palma para a produção do chocolate Kit Kat. A mensagem, transmitida em um vídeo, lembra que a extração desse óleo prejudica a floresta tropical da Indonésia, onde a matéria-prima é retirada, e ameaça, por tabela, a sobrevivência dos orangotangos.   

O Greenpeace até mantém  no ar uma página de protestos contra a Nestlé. Acredito que a marca, que é muito respeitada, saberá responder à altura e buscar uma solução. Desconheço o histórico anterior, se houve primeiro um contato com a empresa a fim de notificá-los a respeito desse fato ou se, para variar, a empresa foi surpreendida pela repercussão desse caso, para então tomar as  providências.

O que sei é que a Nestlé sempre buscou demonstrar, por ações de comunicação e marketing, a sua preocupação com o meio ambiente. Um exemplo é a foto, ao lado, tirada, em 2008, no Zoológico de Lisboa. 

Reconheço a importância das ações do Greenpeace, mas cabe ainda ouvirmos a Nestlé que utiliza matéria-prima daquela região apontada como o problema pela ONG. No Brasil, não encontrei nenhuma referência no site da companhia.

Voando alto, perto do céu

“Por que viajar de outro jeito, se você pode voar?” Relembrando o comercial da Gol:

Rapidez ou truque?

De zero a 100 km/h em apenas 2,9 segundos. É o que revela a BMW S1000 RR protagonizando um dos truques mais antigos do mundo:

Com informações da ExPm.

Veja por onde anda

Esta ação do Burger King, intitulada Black BK, nos leva a refletir sobre marketing sensorial. A visão foi intencionalmente “suprimida”, aguçando mais ainda os demais sentidos. Trata-se de um interessante processo experimental para frisar, no final, que o paladar é o “rei”.

Experiências positivas certamente aumentam as chances de lealdade à marca. Esta apresentação, em PDF, da Millward Brown, traz mais algumas informações sobre marketing sensorial. Clique aqui.

SMS ou SOS natureza?

O que você faria com muitos torpedos? A resposta, a ser dada pelo Twitter com a hashtag “#oquevcfaria”, garantirá o reflorestamento de 1 metro quadrado de mata nativa. Quem promete é a Vivo em parceria com o Instituto Ipê. A iniciativa, lançada em fevereiro, é interessante.

Depois vamos acompanhar o desenrolar dessa campanha, que termina em 27/3. O site é www.vivo.com.br/oquevcfaria.

Redobrada a força… será pleno

Eu nem ia fazer post sobre a saída de um de meus trabalhos, mas, com tantas mensagens que recebi, quero retribuir o carinho e deixar um link para uma canção muito legal. A todos, novamente obrigado. À minha eterna equipe de Comunicação e Marketing, um abraço especial.

E eu pergunto: com que roupa?

Mobilizações rápidas, ou flash mobs, já previam tradicionalmente festas no metrô, entre outros eventos e locais. Há quase dois meses, o grupo Improv Everywhere utilizou novamente o metrô para o 9º encontro anual “No Pants! (Sem Calças)”, em Nova York. Mais de 3 mil participantes estiveram envolvidos na ação, distribuídos em seis pontos de encontro e em 10 linhas do metrô nova-iorquino.

O “No Pants!”  reuniu também mais de 5.000 pessoas em 44 cidades ao redor do mundo nesse encontro. O que leva as pessoas a esse tipo de mobilização? Acredito que seja apenas diversão… Pelo menos não gera aquela dúvida do Noel Rosa: com que roupa eu vou?

Mulheres, nós amamos vocês!

Às vezes somos ridículos, tentando impressioná-las:

Damos mais importância à ação do que ao romance no filme:

Pedimos ajuda para os amigos para que o ridículo não seja tão grande:

Aceitamos dividir o mesmo palco, mas reconhecemos que são vocês que brilham:

E até recorremos a um “fantasma” para tornar a ação mais concreta:

E, no final, vocês acabam lembrando que este post é só para seduzi-las na leitura até o final. É por isso que nós, profissionais de comunicação e marketing, e homens, antes de tudo, amamos vocês!

Dia Internacional da Mulher – 8 de março

Tipos esquisitos

Em 2009, três jovens norte-americanos decidiram criar um blog, por brincadeira, para postar algumas fotos dos “tipos esquisitos” que viam frequentar as lojas da rede Walmart, nos Estados Unidos. O que era para ser uma diversão passageira acabou por ganhar cada vez mais repercussão e se transformou numa espécie de rede colaborativa. É que jovens de outros estados norte-americanos passaram a fotografar pessoas nas demais lojas da rede varejista e postá-las como contribuições no blog.

O projeto ganhou uma dimensão um pouco maior e o blog, agora, tem novas seções, inclusive uma de loja virtual com produtos que levam a marca “People of Walmart”, nome original do blog. Os próprios administradores desse inusitado serviço alertam que a iniciativa nada tem a ver com o Walmart original – e até informam o endereço do site da rede de hipermercados para o visitante.

Se isso vai adiante, não sei dizer. O Walmart, até onde pude pesquisar, não se pronunciou a respeito, mas o blog “People of Walmart” já tem mais de 31 mil seguidores no Twitter e quase 460 mil fãs no Facebook. O mais interessante é que a loja virtual walmart.com, anunciante de links patrocinados no Brasil, se beneficia das visitas locais ao endereço daquele blog que, em princípio, nada acrescenta à reputação da marca.

Antes que o sinal caia e eu também

Conexão lenta hoje e eu mais ainda, me curando de um resfriado. De qualquer forma, vai aí a dica para conferir o Especial  Estratégia de Redes Sociais da HSM. Clique aqui.

Sem colarinho, por favor!

Uma tarja preta para veicular na TV uma bem-humorada versão do comercial da Devassa. Vamos aprender: decisão do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) não se discute e, sim, se repercute. Faço a minha parte. E aí a onda aumenta…

Mudou o clima?

Tenho abordado em encontros do programa de Comunicação e Marketing a questão da responsabilidade socioambiental, o olhar para o desenvolvimento sustentável e a sua correlação com o marketing.

Quando contemplamos as necessidades de um cliente e seus desejos, somos capazes de oferecer a ele um produto ou serviço adequado, de forma que não causemos impactos ao meio ambiente? Utilizaremos recursos agora, os quais, nas dimensões possíveis, estarão disponíveis para gerações futuras? Qual fidelização passará a ser mais útil: a do cliente à nossa marca ou  a da marca ao meio ambiente?

A cada avanço, em intervalos de semanas, recebemos notícias de alguns desastres naturais. Há pouco tempo, foi em Portugal, na Ilha da Madeira; há dias, no Chile. Tempos atrás, no Brasil (Angra e São Luiz do Paraitinga), por chuvas, e no Haiti. Terremotos e enchentes parecem não dar trégua. Certamente deveremos pensar não só nos impactos das mudanças climáticas, mas em nosso papel como profissionais desta geração formando novas gerações.