Archive | setembro 2010

Não está bom? Troque!

Ser ridículo é uma questão de opção…

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Estar bem aos 40

A Natura lançou recentemente um projeto de histórias compartilhadas que, de certa forma, acaba por ser uma grande homenagem aos seus colaboradores e consultoras. O site Wiki-Natura traz o depoimento das pessoas que fizeram e ainda fazem parte dos 40 anos da organização.

Vale uma rápida visita ao site para conhecer o projeto. Os assuntos estão agrupados por temas e também por anos.

Mais vida, mais aniversários

“Um mundo com menos câncer é um mundo com mais aniversários”. Essa é a proposta de um site da American Cancer Society, com o apoio de músicos e outros artistas.

Os visitantes desse espaço virtual também podem baixar e enviar e-cards das músicas ou comprar papel de parede como forma de ajudar aquela instituição.

Para conhecer o site, clique aqui.

Chegou o dia

Nesta quinta-feira, logo mais, às 13h30, faço a defesa de minha dissertação de mestrado em Comunicação. Fica aberto o convite a todos, já que a banca é pública. Abaixo, mais informações.

Antecipadamente, agradeço aos que me acompanharam ao longo desta trajetória. Quando possível, tornarei disponível o trabalho por aqui.

Tema: “A relação entre Comunicação Interna e Endomarketing: reconfiguração das dinâmicas comunicacionais no contexto das organizações”
Quando: 16/9, quinta-feira
Horário: às 13h30
Banca examinadora: Ângela Marques (presidente da banca/Cásper Líbero), Walter Lima (Cásper Líbero) e Margarida Kunsch (ECA-USP)
Orientadora: Heloiza Matos
Local: Faculdade Cásper Líbero, Av. Paulista, 900, 5º andar, Sala Petrobras

Reduza a velocidade

Custou R$ 25 mil a instalação de um desenho 3D em uma rua canadense com o objetivo de fazer os motoristas reduzirem a velocidade de seus veículos. O acesso é perto de uma escola em Vancouver. Autoridades de trânsito dizem que o alerta, que simula uma menina pegando uma bola, é para lembrar os condutores sobre o recomeço das aulas. O desenho permanecerá por uma semana nesse local. Não demora muito e logo já teremos empresas trabalhando suas marcas no estilo 3D pintadas nas estradas…

Com informações: G1

Em todos os lugares

Embora cada país tenha uma realidade diferente em relação ao número de usuários de redes sociais, é certo que grandes marcas, em todo o mundo, fazem parte dessas redes como estratégia de comunicação com seus consumidores. O vídeo, a seguir, ilustra, por exemplo, o aumento de uso de redes sociais na Espanha:

Ainda procuramos por independência?

Foi-se o tempo em que aprendíamos “a aceitar tantas coisas pela metade”… Por hoje, um pouco de música. Afinal é feriado.

Campeãs do que mesmo?

Vez por outra acompanho pela imprensa os rankings das empresas mais reclamadas por consumidores. Recentemente um estudo da Fundação Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) divulgou que aparelhos celulares foram campeões de queixas, tendo como origens defeitos de fabricação e não cumprimento de garantias do produto.

Dependendo da forma como o estudo é divulgado, os fabricantes passam a ficar expostos como “líderes do ranking de reclamações”. Mas não deveria haver alguma variável para condicioná-los a esse posto? Exemplo: se a marca A é a líder em reclamações, não deveríamos considerar a sua produção e capacidade de entregar produtos com margens de qualidade aceitáveis para competir com outros fabricantes? Em outras palavaras: adotando-se padrões similares de qualidade para produção, se o fabricante A produz e vende 10 milhões de equipamentos no mês, sua probabilidade de ter reclamações é infinitamente maior em relação ao fabricante B, que produziu e vendeu  500 mil unidades no mesmo período.

Caso o processo de qualidade na fabricação do produto da marca A seja muito superior ao do B, poderíamos considerar que a posição de liderança da marca A no ranking de reclamações é relativamente  justa, o que demonstra uma oportunidade para correções de processos internos de produção a fim de serem evitadas novas reclamações. Com a distância comparativa permitida por esta explicação, é o equivalente a um comerciante receber 500 cheques como forma de pagamento e um outro receber apenas 100 cheques. Após depositá-los, o primeiro comerciante teria uma probabilidade de ter devolvido mais cheques sem fundos que o segundo comerciante. Porém, se o primeiro adotar regras de “qualidade” do crédito recebido (checagem do perfil do emitente do cheque), ele assegura não haver devolução e, mesmo com um volume de cheques maior que o segundo comerciante, estará menos propenso a ter surpresas.

Produzir com qualidade é fundamental, mas afirmar que determinada marca é a “campeã de reclamações” deve ser interpretado com certo cuidado. Quem produz mais, está sempre mais exposto.

Por pouco

Foi angustiante acompanhar o problema enfrentado pelo migre.me, o encurtador brasileiro mais popular de URLs, na semana que passou. Imaginei como seu criador, o Jonny Ken, poderia admitir, em horas, que um trabalho de mais de um ano estava indo por água abaixo. Por outro lado, foi uma boa surpresa  ver como ele reagiu em meio ao caos.

Para dar uma satisfação aos seus usuários, Ken  gravou um vídeo, postado no YouTube, explicando as falhas ocorridas. Visivelmente emocionado, fez o que muitas organizações custam a fazer, em situações proporcionalmente semelhantes, para admitir: “Eu errei. Peço desculpas”. Por sorte, e com o apoio de quem se identificou com seu problema, o migre.me retornou ao ar, já contando com a recuperação de boa parte dos seus dados.

Não conheço Ken, mas espero que os usuários brasileiros recuperem a credibilidade no serviço, pois seu responsável aprendeu seguramente muitas lições: ele não sabia tudo o que pensava saber sobre a área em que atuava, como revela no primeiro vídeo (no segundo, ele já anuncia a recuperação do migre.me), e colocar a cara à tapa pode não ser a mais agradável das decisões, mas demonstra que há transparência e a intenção para se resolver um problema. 

Mais informações
Estadão: Migre.me recupera dados
Época: O triste desastre do Migre.me, e a hombridade de seu criador

… não custa inventar uma nova canção

Aproveitando a entrada de setembro, véspera de feriado, para atualizar o template do blog.

Fecha-te, sésamo!

Durou por alguns minutos, mas este banner na tela do Terra Mail, sem opção de fechamento, impediu que se clicasse em qualquer área da tela. Testei no Mozilla Firefox e Internet Explorer. Para quando se tem pressa, é um “mamão” na roda…

Atitudes lançadas em água corrente

Lamentável alguns vídeos que circulam pela Internet. Outro dia uma câmera flagrou uma senhora colocando um gato na lixeira. Agora há um vídeo em que uma garota supostamente lança seis filhotes de cachorro em um rio. Digo supostamente, pois prefiro acreditar que tamanha crueldade seja apenas resultado de uma simulação para ganhar audiência com esse vídeo, transformando-o assim em um novo viral.

De qualquer forma, é uma atitude condenável (ou ausência de atitude, como prefiram) tanto de quem lança ou simula lançar os filhotes quanto de quem gravou as imagens e as colocou no ar. Vale registrar que redes como Facebook e YouTube já removeram esses vídeos de suas plataformas, o que me parece, no mínimo, de bom senso. Outros sites, entretanto, ainda hospedam esse ato de crueldade, ainda que venha a ser identificado como uma farsa.

Tenho visto, como a maioria, o uso de redes sociais na Internet como algo positivo para a troca de conhecimentos e até para o apoio a campanhas de comunicação e marketing das organizações, mas é muito triste perceber o uso que algumas pessoas (são seres humanos mesmo?) destinam às redes. É só um registro. Jogar um gato em uma lixeira foi um flagrante de algo real, condenável, independentemente da força que a rede teve para divulgar tal ato. Esse “arremesso de filhotes” parece mais uma brincadeira – de extremo mau gosto, talvez com ‘trucagens’ de edição de imagens’-, mas verdadeiro ou falso, caberia uma punição severa a seus realizadores.

Descarte com consciência

Sem me tomar pelo discurso “eco-chato”, dias atrás reservei um tempo para reunir, em casa, aquilo que chamaríamos de lixo eletrônico. De computadores e monitores velhos, encostados, passando por secretárias eletrônicas, celulares, videocassetes e TVs, até mesmo uma máquina de lavar antiga, encontrei de tudo. No final, listei mais de 40 itens de eletro-eletrônicos que precisavam ser descartados. Confesso que pesou muito a tal consciência ambiental e como descartar tudo isso de uma forma responsável.

Usei inicialmente o site Descarte Certo para verificar se meu lixo eletrônico poderia ser recolhido. Grandes redes, como o Carrefour, utilizam esse serviço e oferecem a seus clientes o recolhimento de um equipamento usado na contrapartida de você adquirir um novo. Não era meu caso. Para a retirada de todo o material, o simulador do site me apontou uma conta para mais de R$ 1.500,00 (eu deveria pagar esse valor pelo serviço de retirada com a garantia do destino ambientalmente correto). Quanto vale o descarte de lixo eletrônico feito de forma correta? Talvez não haja preço, mas devo admitir que não estava nem um pouco disposto a pagar esse valor.

Nesta reportagem do Fantástico, vi que alguns fabricantes poderiam ter políticas para retirada de produtos eletro-eletrônicos visando um fim ecologicamente correto aos seus equipamentos. Pesquisei em alguns sites e confirmei que a Dell, HP e Itautec são empresas que trabalham nesse sentido. Entretanto, minha lista de mais de 40 itens não seria atendida rapidamente e nem teria a cobertura de todos os fabricantes. Alguém aí tem produtos comprados de fornecedores sem consciência ambiental? Pense melhor pois lá na frente o descarte é praticamente impossível.

Enfim, acabei por consultar a lista do Instituto GEA, citado no programa da Rede Globo, e identifiquei a Oxigênio, uma Oscip (organização civil de interesse público ) que atua na área de promoção do desenvolvimento social e educacional, como instituição que aceitaria doações de material de informática e até dos aparelhos que descrevi anteriormente. Há mais instituições que trabalham com o propósito de recondicionar equipamentos em suas oficinas educacionais ou promover o descarte correto daquilo que não pode ser aproveitado. No caso da Oxigênio, a experiência foi muito positiva. Eles retiraram todo o material em meu endereço, sem restrições.

Se você pensa em fazer doações de seus velhos equipamentos (eletro-eletrônicos, produtos de informática), valem algumas recomendações, com base na experiência que tive. Primeiro, tenha consciência que você destinará preferencialmente a essas instituições equipamentos ou produtos que possam ser consertados ou reaproveitados de alguma forma. Faça uma lista completa dos itens a serem doados. Se a quantidade for pequena (às vezes a retirada pode não compensar por não estar na rota de transporte da instituição), o que não falta é alguém na família ou vizinhança que queira também descartar materiais eletrônicos.

Agrupe os itens da lista em categorias: Informática, Telefonia, Eletrônicos, Eletrodomésticos, Outros (móveis, por exemplo). Identifique uma instituição, próxima ao endereço para recolhimento, e faça o contato. Encaminhe sua lista para avaliação, por e-mail, e confirme se eles retiram realmente tudo o que foi listado. O interesse por uma categoria apenas, como produtos de informática, poderá não resolver seu problema, pois, você precisará recorrer a mais de uma instituição para dar um destino certo a todo o material. Após localizar quem se interessa por sua doação, combine o horário de retirada, confirme o nome do responsável e como o transporte será feito (se morar em apartamento, avise antes). Claro, certifique-se sobre o destino que seu material terá, pois o objetivo é descartar de forma correta, sem prejuízos ao meio ambiente.

Uma última dica é: faça a sua lista antes de “reunir” os objetos em um único local para facilitar a retirada. Depois de um dia, você lembrará de outros itens que havia se esquecido e estavam em uma gaveta (celulares antigos), no armário (secretária eletrônica), na garagem (estabilizadores queimados)…

No mais, boa sorte!