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Exagerado, jogado aos teus pés

Não é bem um flashmob, mas vale pela ideia. Neste carnaval, a Avianca surpreendeu seus passageiros que partiam do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, com destino a Salvador. Na ocasião, Emílio Dantas, intérprete de Cazuza no musical que homenageia o cantor, e outros atores cantaram músicas do artista em pleno voo.

O webfilme é uma produção da Filme Ibiza para as mídias sociais da companhia aérea e apoia a iniciativa de conscientização sobre a prevenção do HIV durante o feriado. O projeto é decorrente da parceria entre a Avianca, o Ministério da Saúde e a Sociedade Viva Cazuza.

 

E eu pergunto: com que roupa?

Mobilizações rápidas, ou flash mobs, já previam tradicionalmente festas no metrô, entre outros eventos e locais. Há quase dois meses, o grupo Improv Everywhere utilizou novamente o metrô para o 9º encontro anual “No Pants! (Sem Calças)”, em Nova York. Mais de 3 mil participantes estiveram envolvidos na ação, distribuídos em seis pontos de encontro e em 10 linhas do metrô nova-iorquino.

O “No Pants!”  reuniu também mais de 5.000 pessoas em 44 cidades ao redor do mundo nesse encontro. O que leva as pessoas a esse tipo de mobilização? Acredito que seja apenas diversão… Pelo menos não gera aquela dúvida do Noel Rosa: com que roupa eu vou?

Em praça pública

Final de semana… flashmob made in Brazil from Belém-PA, in Praça da República.

TAP na onda do viral

Divulguei ontem pelo Twitter o vídeo do flashmob da TAP e da ANA (Aeroportos e Navegação Aérea) realizado no Aeroporto de Lisboa no Natal de 2009 e aproveito para registrá-lo aqui no blog. Já contei em outros posts o que é um flashmob e este parece ser mais um entre muitas produções que existem por aí para se tornar, na verdade, um viral pela rede. Seja o que for, vale a pena dar uma conferida no trabalho de meus irmãos lusitanos:

Enfim, como já está perdendo a graça mesmo, pois esse jeito de produzir um viral começou a ficar repetitivo, então lá vai outro… Desta vez para o lançamento da série americana Glee, na Itália, no canal Fox, gravado na Galleria Alberto Sordi em Roma em 21 de dezembro passado.

I gotta feeling

Um flash mob é uma ação que reúne em determinado dia, horário e local, um grupo de pessoas para fins diversos, desde protestos até gincanas e  diversão. Em resumo, é uma “mobilização rápida” que se utiliza normalmente de redes sociais ou mesmo celulares para convocar e reunir os participantes. Há diversos exemplos dessas ações, como uma conhecida festa no último vagão do metrô em Nova York e a “guerra dos travesseiros” realizada em todo o mundo. Não deve ter mais de um ano, presenciei um flash mob na Paulista, que durou exatos 2 minutos para protestar contra a Lei Azeredo (conhecida como AI-5 Digital).

Ontem abordei esse assunto no módulo “Comunicação e Sociedade” e o Anderson, aluno de Criação e Produção Gráfica, citou como exemplo o ‘flash mob’ que marcou a estreia da nova temporada do programa da apresentadora Oprah Winfrey. O encontro foi em Chicago, ao som, ao vivo, do Black Eyed Peas.

Diz a história que o grupo treinou 800 fãs para o espetáculo de TV, que por sua vez, mobilizou e treinou mais de 20 mil pessoas. Imagine um público sem reação nenhuma no início da apresentação, somente com uma pessoa dançando. E depois outras vão aderindo. Tudo ensaiado, claro, para surpresa da apresentadora, que nada sabia a respeito.

Se deu certo? Você confere aqui:

Encontros de trabalho

No atual mundo em que vivemos, reuniões de trabalho de última hora deveriam ser tratadas como flash mobs. Convoca-se a equipe, discute-se a pauta necessária e termina-se rapidamente, com as soluções esperadas ou com o encaminhamento dos temas abordados.

O mundo corporativo deveria considerar a relevância de se fazer uma reunião do mesmo jeito que uma assessoria decide convocar ou não uma coletiva de imprensa. Se há algo extremamente relevante a ser dito por alguém bem preparado para conversar com a imprensa, que traga boas respostas para esclarecimento público, já é um bom começo para se pensar em uma coletiva – e mesmo assim ainda são fatores insuficientes.

Trato reunião como “encontro de trabalho”. Se não houver uma clara definição do que será tratado no encontro, não existe justificativa para realizá-lo. Pior que isso, é participar de diversas reuniões até que se encontre sentido em alguma ou então procurar sair de uma delas com a data da próxima marcada, sem que o assunto principal tenha sido resolvido…

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas com o uso de e-mails ou meios de comunicação social”. (adaptado: Wikipédia)