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Duplique sua diversão

O videoclipe “Look Around” do Red Hot Chili Peppers, em sua versão original, apresenta os músicos do grupo em quatro cômodos. Para promover o álbum “I’m with you”, onde se encontra aquela faixa, foi criada uma versão em que os internautas podem interagir com o clipe e navegar por todos os ambientes, utilizando apenas os comandos de seta do teclado.

Como sugere um dos versos da canção, “duplicar a diversão” é também uma forma de ampliar o alcance do entretenimento, sobretudo no mundo digital. Quer experimentar? Clique aqui e acesse o site da banda.

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Financie seu projeto

Você certamente já ouviu falar em crowdfunding. Ainda não?
Trata-se de um modelo que permite a pessoas ou organizações financiarem seus projetos por meio de doações coletivas. No Brasil, inclusive, já temos há muito tempo sites que servem como plataformas de arrecadação virtual, como o Catarse, talvez um dos mais conhecidos.

Um exemplo bem sucedido de financiamento coletivo foi o projeto para a gravação do CD d’A Banda Mais Bonita da Cidade, grupo de Curitiba (PR) que ficou bastante conhecido a partir do videoclipe “Oração”. A modalidade crowdfunding (veja matéria da Exame publicada há um ano) pode, inclusive, financiar shows ou outros eventos artísticos, sem se limitar a essas finalidades.

Quanto à banda curitibana, não só o CD foi gravado como hoje é possível fazer download das músicas no website da banda, clicando neste link. Ainda bem que temos o uso da Internet em seu lado positivo e legal para compartilhamento de conteúdo. E para finalizar, quem quiser rever o videoclipe que tirou os músicos da banda do anonimato no ano passado, aqui vai ele:

‘Nunca se entregue. Nasça sempre com as manhãs…’

Os versos que dão título a este primeiro post do ano são da canção “Semente do Amanhã” de autoria do saudoso Gonzaguinha. Dedico a todas as pessoas que acreditam na capacidade de se renovarem diariamente. Fé na vida, pessoal, e um excelente ano para todos nós!

Ainda procuramos por independência?

Foi-se o tempo em que aprendíamos “a aceitar tantas coisas pela metade”… Por hoje, um pouco de música. Afinal é feriado.

Nada nesta mão…

Há muitos meios para se aumentar as vendas de produtos e serviços. E “velhos truques” não serão nada eficientes para melhorar a percepção do cliente em torno de uma marca. Fazer “caridade” posteriormente – algo bem distante de uma cultura empresarial socialmente responsável – não justificará nunca esses meios. O que não é real, é só um show ensaiado. Afinal, aplausos duram alguns segundos até que  o cliente entenda de fato o valor do que adquiriu. E sem planejamento, isso pode acabar em chamas, ainda que sejam simuladas.

Sob uma única bandeira

Para não dizer que não falei da Copa… O mundo todo vibra com sua seleção em campo, mas sempre defendendo sua própria bandeira, o que é natural. Que bom seria se houvesse uma única bandeira para representar o mundo todo. Enfim, como esse pensamento estaria mais para “Imagine” do John Lennon, melhor assistirmos “Waving Flag”, tema do mundial 2010, interpretado pelo cantor africano K’Naan e pelo espanhol David Bisbal, em versão ‘a la Coca-Cola’:

Yes, we can!

Presente em mais de 53 mil listas no Twitter e com quase 3,5 mihões de seguidores, há que se reconhecer que Barack Obama utilizou bem as redes sociais na época que antecedeu sua eleição e até hoje continua fazendo uso para governar e se comunicar em busca de apoio. A reforma da saúde, uma de suas prioridades, foi aprovada no congresso americano na segunda-feira, 22/3. Horas antes dessa votação, Obama lançou mão do Twitter e enviou mensagens pedindo aos eleitores pressão nos seus representantes para aprovação da reforma.

Como lembra este vídeo de 2008, que mistura música ao discurso do presidente norte-americano, “yes, we can!”:

Água, dona da vida

Neste Dia Mundial da Água lembrei da canção “Chega de Mágoa”, entoada por mais de 150 artistas brasileiros no projeto “Nordeste Já” (1985), uma espécie de “USA for Africa” tupiniquim. Se a seca no nordeste sempre foi um problema no país, a escassez da água no planeta assume uma proporção ainda maior. Em comum, as condições climáticas.

Preservar a água no planeta e pensar na logística de levá-la a lugares onde naturalmente  ela não chega continuarão sendo questões presentes em nossas agendas e das futuras gerações.

O que deu no New York Times?

A partir de 2011, é praticamente certo que o New York Times irá cobrar pelo acesso parcial ao contéudo on line da publicação. A justificativa é baseada na queda de receita da publicidade em versões impressas. Alternativas foram estudadas antes de se adotar tal medida, porém, é sempre lamentável quando um conteúdo, de interesse público, se torna restrito para a população.

Esse episódio apenas confirma o que todos já sabem: não há mágica para manter um negócio funcionando o tempo todo, com a qualidade necessária, sem retorno financeiro. Isso é tão antigo quanto a própria citação “We can try to understand the New York Times’ effect on man” (Nós podemos tentar entender o efeito ‘NYT’ no homem) na música dos Bee Gees (Staying Alive). Por outro lado, para uma empresa permanecer viva, é preciso mais que recursos financeiros; é preciso olhar para pessoas e para o meio ambiente. Papo-cabeça?  Ha, ha, ha, ha, ha, staying alive, staying alive…

Uma alegria fugaz

” (…) dormia a nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações…

Seus filhos / Erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes / Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal / Tinham direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia / Que se chamava carnaval
O carnaval, o carnaval”

Acorda Brasil, pois amanhã tudo volta ao normal. E como lembra Chico Buarque, na música que dá título ao videoclipe a seguir, quem sabe tudo isso um dia “vai passar”:

Nós somos o mundo

Depois de 25 anos, eis que surge uma regravação para “We are the world“. Desta vez, o propósito da canção é ajudar o Haiti. Gravado em 1º de fevereiro de 2010,  o clipe reuniu diversos artistas no mesmo estúdio da versão original (e acreditem, tem até Michael Jackson em cenas da gravação de 1985).

Toda contribuição, claro,  será sempre bem-vinda, sem dúvida. Por outro lado, aqui no Brasil, esperamos que iniciativas semelhantes para a reconstrução de São Luiz do Paraitinga (SP) e vítimas das enchentes em outros cantos do país não tenham apenas um fundo de “promoção” para os envolvidos.

Site oficial da campanha: We Are the World Foundation. Lá você encontra as formas de contribuição. Em tempos mais modernos, dá para adquirir a música pelo iTunes, por exemplo.

Reze pelo Haiti

Hoje uso um verso da música de Gil e Caetano para ilustrar o título deste post. Vou até desconsiderar o que o cônsul do Haiti em SP falou, sem saber que estava sendo gravado.

Projetos, prazos

Não adianta dizer que não há tempo. Planejar antes é preciso. Tudo sob controle com seus projetos? Com os meus, sim. “Tempo amigo seja legal / Conto contigo pela madrugada”.  Já faz tempo que não digo isso… ainda bem!

Se acaba o giz… tem tijolo de construção

Hoje foi o quarto dia útil do ano. E vou considerar que todos os dias de 2010 sejam assim: úteis. Aliás, vale sempre a pena pensar em  novos projetos e investir em planejamento.  Começar do zero? Se necessário for, sim. Replanejamento? Sim, nenhum mal. Afinal, se acaba o giz, como sugere esta música do Legião Urbana, “tem tijolo de construção”.

A todos, um ótimo ano em Comunicação e Marketing. Mesmo que, em 2009, você tenha sido só um “pouquinho infeliz”, é hora de recomeçar. Se “achar que está gostando de alguém”, então não tenha dúvida: diga isso ao mundo, pois ninguém tem a obrigação de adivinhar. Seja mais participativo, pró-ativo. Considere apenas que uma mudança ou adaptação depende única e exclusivamente de você. E cá entre nós, se tiver de aparecer por aí, “apareça por assim dizer”, quando quiser ou lhe for mais conveniente.

Pronto. Não ficou com cara de diversos textos que você já leu ou ouviu em filmes publicitários? Faltava a trilha. Ladies and gentlemen, Legião…

E sem o seu trabalho…

Quase na virada do ano, um comentário infeliz do âncora Boris Casoy no Jornal da Band, em vazamento de áudio do telejornal, ofendeu a todos os trabalhadores que atuam como garis e, por tabela, os demais telespectadores. Lamentável que tenha sido assim, mesmo com o pedido de desculpas feito no dia seguinte, primeiro dia de 2010.

Não tem tanto tempo, um concurso para preenchimento de vagas de gari no Rio de Janeiro atraiu milhares de candidatos com as mais diversas formações e títulos, entre os quais mestres e doutores. Reconheça-se que uma oportunidade de trabalho, seja qual for, é uma forma digna para se ganhar o próprio sustento e contribuir para o desenvolvimento econômico de um país. Foram, aliás, 3.800 garis, no mesmo Rio de Janeiro que citei, que recolheram ontem o equivalente a 522 toneladas de lixo na orla e pistas da cidade, o que eleva a importância da categoria quando o assunto é também saúde pública.

Se essa função é  “a mais baixa da escala do trabalho”, como comentou Casoy, continua sendo um trabalho digno do mesmo jeito. Quem não se lembra do Renato Sorriso, no carnaval carioca? Isso me faz acreditar que toda categoria profissional é formada por pessoas que amam o que fazem e se sentem honradas por isso – e às vezes não. Dignidade não é algo que se aprende unicamente por educação na escola, mas na vida em família e em sociedade – e com a distinção que  só o ser humano é capaz de estabelecer entre o certo e o errado. Tal como acontece com a formação do caráter no respeito às pessoas.

Agradeço aos garis da reportagem do Jornal da Band pelos votos de um Feliz Ano Novo “com muito trabalho”. A vocês também, um novo ano de muitas realizações.

“E sem o seu trabalho… um homem não tem honra”: verso de “Guerreiro Menino”, de Gonzaguinha, interpretado por Fagner (clique na imagem para assistir ao vídeo no YouTube).

Um mundo de gente fina, elegante e sincera

Charlie Chaplin protagonizou uma cena clássica para quem estudou Administração e o ambiente industrial:

… mas Lulu Santos resumiu em sua música, a partir do mesmo título do filme (Tempos Modernos), a esperança de um novo começo. Concordo com ele. Eu também vejo a vida melhor no futuro. Nada de apertar parafusos. Há muitas habilidades a serem desenvolvidas em 2010.

Em tempo: êta videoclipezinho antigo…

Entra em beco, sai em beco

Para começar esta última segunda-feira de 2009, o sempre genial Gilberto Gil. Se a população de baixa renda há muito tempo já ganhou a atenção dos estudiosos de mercado, então vamos torcer para que as diversas Madalenas que existem por aí alcancem um novo patamar como público-alvo. E que todos, assim como elas, não percam  a fé.

“Quem tem fome, tem pressa”

Nem parece que já se passaram 25 anos do projeto “Band Aid”, liderado por Bob Geldof e Midge Ure, contra a fome na Etiópia. Diversas iniciativas surgiram a partir daí, como o Live Aid, no ano seguinte.

Sei que é lugar comum falar disto em uma data como a de hoje, mas que possamos pensar nos demais dias do ano sobre outras iniciativas contra a fome e a miséria, no Brasil e demais países, com o apoio necessário das lideranças empresariais e governantes (por que não?). Iniciativas como a Ação da Cidadania, por exemplo.

Enquanto isso, relembremos “Do they know it’s Christmas”, do projeto de 1984:

“Quem tem fome, tem pressa” (Betinho, sociólogo)

Poder é para quem tem competência e ética

Um pouco de música porque ninguém é de ferro. O vídeo é bem tosco, mas os versos são inteligentes. Poder nas empresas é algo complicado. Às vezes ajuda a construir muito, mas por outro lado contribui para detonar pessoas e processos. Estou até revendo meu material de “Mídia, Poder e Ética” deste semestre, em que concluí os créditos na Cásper. Doses cavalares de aprendizado…

“Toda forma de poder”
(composição: Guessinger)

Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada.
Fidel e Pinochet tiram sarro de você que não faz nada.
E eu começo a achar normal que algum
boçal atire bombas na embaixada.

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer…

Toda forma de poder é uma forma de morrer por nada.
Toda forma de conduta se trasforma numa luta armada.
A história se repete mas a força deixa a história
mal contada…

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer…

E o fascismo é fascinante deixa a gente ignorante e fascinada.
É tão fácil ir adiante e se esquecer que a coisa toda tá errada.
Eu presto atenção no que eles dizem mas eles não dizem nada.

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer…

Mais humor no trabalho, sem temer o ridículo

The Laryngospasms é um divertido grupo norte-americano formado há quase 20 anos por profissionais da área de saúde (enfermeiros anestesistas).  Embora tenham CDs gravados e façam shows regularmente, não dá para dizer que sejam os maiores músicos do planeta, mas vale conhecê-los pela irreverência de suas paródias, todas ligadas, claro, à área médica.

A versão, a seguir, é da música “Breakin’ up is hard to do” do Neil Sedaka (1966). Afinal, se romper um relacionamento é algo difícil, lembre-se que acordar, às vezes, pode ser ainda mais…

Moral da história: coloque mais diversão em seu trabalho e não se preocupe com o ridículo. Há outros talentos que precisam ser explorados. No mínimo, será divertido.

Não é sério, mas um dia vai mudar

Relembrei esta canção do Charlie Brown Jr. sobre o jovem brasileiro retratado pela TV. O que falam sobre ele “não é sério”, diz a letra. Será que aquela moça universitária, em vestido curto, em destaque na mídia na semana passada, era mesmo séria e os alunos não?

Videoclip "Não é sério" (Charlie Brown Jr). Clique para assistir.

Seja o que for, um dia essa e outras histórias vão mudar.

É só isso, não tem mais jeito…

“… veja por esse ponto / há tantas pessoas especiais”

Reprodução: videoclipe "Boa sorte" (Vanessa da Mata)

Equipes especiais mantêm-se íntegras mesmo diante das dificuldades. É o que basta para continuar e decidir pelos caminhos a serem percorridos.

Diálogo com o espelho

… I’m starting with the man in the mirror. I’m asking him to change his ways…

… eu tô fincando meus pés no chão

“Eu tô tentando ficar com Deus, eu tô tentando que ele fique comigo…”

"Eu tô tentando" - Kid Abelha

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