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Faltou bom senso

Ruídos de comunicação, erros de interpretação, falta de preparo para um entrevistado. Não adianta ter experiência na profissão e insistir em um assunto baseado no “me disseram que…”. Boa postura da Renata Fan ao responder a Lincoln, novo contratado do Palmeiras.

De nada vale uma carreira internacional se não há postura para lidar com supostas críticas, mesmo que elas existam. Quer acabar com a própria imagem? Comece assim…

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Falta pouco…

Uma “sinfonia agridoce” para combinar com o dia de hoje. Em algumas horas, 2009 estará encerrado. Bittersweet Symphony é uma canção da The Verve, banda de rock britânica, que iniciou sua carreira em 1989, encerrou em 1999 e voltou em 2007 (clique na imagem para assistir o videoclipe no YouTube).  Às vezes, uma carreira bem-sucedida acaba por sofrer interrupções. Por outro lado, sempre existirá um recomeço para aqueles que tenham talento. 

A música em questão, qué já foi trilha de “Segundas Intenções (Cruel Intentions)” no cinema, em 1999,  conferiu ao grupo uma acusação de Mick Jagger de plagiarem um sample e também a expressão que dá título à canção. A banda perdeu na justiça o direito de criação dessa composição e Jagger foi agraciado com os “royalties” resultantes do uso e execução da música.

Em tempo: os acordes de Bittersweet Symphony fizeram parte da trilha de um respeitável comercial do Bradesco, “O Banco do Planeta”:

Vai mesmo trabalhar com propaganda?

Acredito que este vídeo dá uma oportunidade interessante para repensar melhor quais são, de fato, as atribuições de um profissional de Publicidade e Propaganda. Que esse trabalho continuará sendo importante no futuro, para apoiar as estratégias de comunicação das empresas, não tenho dúvida.

(Caso não consiga ver corretamente a legenda, clique na opção “tela cheia”).

Mudar para melhor

Há momentos na vida profissional que é necessário propor mudanças para a organização ou ajudar os menos experientes a compreenderem que relações éticas devem pautar a conduta do funcionário no relacionamento com os stakeholders. Se essas mudanças não acontecem, melhor buscar outras alternativas, mas deixar claro quais os caminhos teriam sido os mais corretos.

Resgatei este artigo do consultor Ricardo Piovan, que é uma leitura bastante interessante para todos os profissionais, sejam de Comunicação ou Marketing ou mesmo de outras áreas. Para ler, clique aqui.

Reconsidere o seu real valor

Embora eu tivesse prometido não falar de trabalho neste carnaval, encontrar alguns antigos colegas de outras empresas nestes dias me fez mudar de ideia. Um dos comentários que ouvi era sobre a falta de reconhecimento no ambiente corporativo e como isso era prejudicial à carreira. Eu diria que, em primeiro lugar, é prejudicial ao profissional, pois, muitas vezes, ele acaba por esquecer qual a competência que a pessoa que o avalia tem para  julgá-lo e reconhecê-lo. A carreira é mais abrangente.

Diante desse assunto, que marcou este final de semana, aproveitei este momento de ‘folga’ para recuperar um texto que recebi, há três anos, durante uma disciplina que tive, chamada Fator Humano.  Em todas as buscas que fiz para encontrar o autor do texto, a resposta é “autor anônimo”. Enfim, se alguém souber a quem devo “creditar” a autoria é só dizer. O mesmo texto, acabo de me lembrar, entreguei a um profissional bastante competente que achava nunca ter tido o tal reconhecimento e a descoberta dele, após ler essa história, foi muito positiva. Espero que faça sentido para você também.

 

O anel 

Certo dia, um jovem aluno, muito desanimado e sentindo-se fracassado, procurou seu professor:

– Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O  professor sem olhá-lo, disse: – Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou: – Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.

– Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse: – Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse: – Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse: – Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel. – 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem. – Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente… O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que ocorreu.

Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse: – Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor? E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos nós somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.