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Economizar o cafezinho ou curtir pequenos prazeres?

“Com o crédito Bradesco, suas pequenas economias ajudam nas grandes conquistas”. Essa recente campanha, assinada pela WMcCann, me lembrou um texto do Max Gehringer, que reproduzo logo abaixo de alguns dos novos comerciais. E como me ensinou uma outra instituição financeira, o crédito é uma forma de antecipar no presente, por um preço maior, a realização de sonhos futuros.

Viver ou juntar dinheiro

Por Max Gehringer

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.

Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.

Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.

Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária.

É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.

E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

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Oferta do dia

Em 2011, o número de reclamações sobre transações em sites de compras coletivas cresceu seis vezes em relação a 2010. Descontos e facilidades pela Internet, portanto, são atrativos que nem sempre terminam bem.

Hoje são mais de 1.500 sites de compras coletivas no país, o que certamente ajuda a “puxar” para cima o registro das insatisfações dos consumidores. Embora seja uma opção interessante como estratégia de promoção e vendas para muitas empresas – e, em contrapartida isso represente, a princípio, vantagens para o consumidor, é importante verificar antes de uma futura compra, em sites como o Reclame Aqui, se uma determinada oferta ou anunciante não vem sendo alvo desse número crescente de reclamações.

Muitas vezes, quem não honra o compromisso com o cliente é a empresa que anuncia a promoção, mas entendo que o site onde a oferta foi anunciada tem responsabilidade de ajudar o consumidor a resolver qualquer problema que possa surgir. Há uma reportagem exibida no Jornal da Globo sobre este tema. Para ver o resumo e assistir, clique aqui.

E acaba… acaba… acaba logo!

Bastante divertido este vídeo do site AnimaTunes, que é uma paródia da música “Bomba” (versão ‘Braga Boys’), para relembrar o famoso Conga, um calçado amado pelos pais com orçamento curto, sobretudo nos anos 70, e normalmente odiado pelos filhos. Além de refrescar a memória dos mais saudosos, o vídeo, se bem analisado, nos ajuda a resgatar temas como economia, consumo e moda, entre outros fatores. O país mudou, o Conga também, mas vale relembrar: