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Fábula versus plataformas

De fato, uma abordagem contemporânea para a fábula dos “Três Porquinhos”, em vídeo produzido pelo jornal britânico The Guardian sobre “como o jornalismo é praticado hoje, com notícias em plataformas impressas, online e multimídia”*. Vale assistir.

*Com informações da Exame.com

Que atirem o primeiro tomate…

Quais as consequências que uma equipe de notícias pode sofrer se não conseguir histórias realmente importantes? Talvez essas, como fez o portal de informações neozelandês Stuff.  Um sujeito vivendo o papel de jornalista daquele veículo, ficou literalmente exposto às consequências… Tudo por uma boa divulgação.

Não é sério, mas um dia vai mudar

Relembrei esta canção do Charlie Brown Jr. sobre o jovem brasileiro retratado pela TV. O que falam sobre ele “não é sério”, diz a letra. Será que aquela moça universitária, em vestido curto, em destaque na mídia na semana passada, era mesmo séria e os alunos não?

Videoclip "Não é sério" (Charlie Brown Jr). Clique para assistir.

Seja o que for, um dia essa e outras histórias vão mudar.

Fim de semana

No ar há pouco tempo, o novo comercial do guaraná Antarctica tem como estrela a cantora Claudia Leitte. E o jingle, reformulado, acaba por nos fazer relembrar a campanha ‘Pipoca com Guaraná’ que tinha a interpretação da Lucinha Lins.

Em uma semana em que deram uma atenção desnecessária ao desentendimento da Claudia Leitte com um jornalista, vale mesmo é lembrar que “o fim de semana chegou”, como sugere  o comercial:

E para não ficar dúvidas, eis a trilha original do comercial, com Lucinha Lins. E por falar nisso, por onde ela anda?

O que você vai ser quando crescer?

Nesta semana em que a empresa onde trabalho, uma fundação, virou notícia por desvio de verbas praticado por funcionários à época, entre 2006 e 2008, quero, como profissional de Comunicação e Marketing, evidenciar alguns fatos. Aproveito meu blog, que atualiza algumas outras redes das quais participo, para isso.

Não é novidade para ninguém que desenvolver um processo de comunicação transparente faz toda a diferença para uma organização. Trabalhar nesse sentido foi a condição que me levou a essa fundação, em 2006. Estou absolutamente seguro que uma área de Comunicação estruturada tem como propósito facilitar o diálogo entre diferentes públicos, dar visibilidade às atividades de uma empresa, contribuir na geração de negócios e estimular o aperfeiçoamento de processos internos. Em decorrência disso, fatos bons ou ruins vão sempre aparecer, naturalmente.

A ocorrência à qual me refiro, divulgada na imprensa nesta semana, inicialmente pela Folha de S. Paulo, foi baseada em uma ação civil pública protocolada recentemente pelo Ministério Público, após procedimentos internos adotados pela diretoria da fundação, que incluíram uma sindicância interna e o trabalho de duas auditorias externas para investigar o desvio de verbas, em um montante de 5,4 milhões de reais. O problema, identificado em 2008, início do biênio de uma nova gestão (2008-2009), passou a ser tratado automaticamente, com a atenção e as providências necessárias.

Que bom seria se notícias negativas não existissem, como essa que envolveu ex-funcionários; é o que todas as empresas desejam, pois consideram não ser bom para a sua imagem. Por outro lado, como no caso que relato, foi só uma demonstração de que uma fragilidade nunca deve ser ignorada e, sim, corrigida e eliminada. Nenhum processo tem condições de dar certo se a comunicação é falha. Melhorar a comunicação de uma empresa significa, entre outros fatores, reconhecer as suas falhas e eliminá-las, dando espaço a um novo capítulo em sua história. Gerir uma crise é também oportunidade de aprendizado, de reconhecer que ainda há muito por fazer.

Como mencionei, a notícia sobre o desvio se tornou pública a partir da divulgação iniciada pela Folha. E, neste caso, da forma como toda a imprensa deveria fazer. Fomos procurados e ouvidos. Dedicamos a atenção necessária, subsidiando o repórter com informações que tornassem à opinião pública mais claros os fatos relatados. Cumprimos o que era nosso dever.

A comunicação, como normalmente afirmo, é de responsabilidade de todos – e não deve ficar somente restrita a um grupo de profissionais dessa área. Ter profissionais para fazer a gestão da comunicação, entretanto, deveria ocorrer no nascimento de toda empresa. Instituições e empresas passaram a dar maior importância a esse fato em décadas mais recentes, pois antes davam apenas “relevância” à comunicação para cumprimento de seus objetivos, normalmente mercadológicos e bem menos institucionais.

Estou certo que, assim como os demais funcionários da instituição a que me refiro, temos nos esforçado para aperfeiçoar processos e procedimentos e afirmar que somos bastante profissionais e éticos em nossas relações. E é com base nesse mesmo profissionalismo e postura ética que escolheremos nossos caminhos e tomaremos importantes decisões em nossas vidas.