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Economia colaborativa

Relembre a participação de Gil Giardelli, autor do livro “Você é o que você compartilha”, no programa Mundo Corporativo da Rádio CBN, em 2012.

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Fábula versus plataformas

De fato, uma abordagem contemporânea para a fábula dos “Três Porquinhos”, em vídeo produzido pelo jornal britânico The Guardian sobre “como o jornalismo é praticado hoje, com notícias em plataformas impressas, online e multimídia”*. Vale assistir.

*Com informações da Exame.com

O amor está no ar

Como fazer a sua página no Facebook pular de 13 mil para 200 mil fãs em apenas três dias? Para a Gol, até então a lanterninha das companhias aéreas nesse concorrido mundo on line, a questão foi tratada com o devido carinho, numa tradução mais próxima da estratégia.

Durante o final de semana em que o Valentine’s Day (Dia dos Namorados) era comemorado lá fora (14 de fevereiro), a companhia aérea colocou no ar a promoção “Valentine’s Flight”, usando o Facebook. Acompanhando as mensagens postadas nessa rede social, o usuário atualizava a página para descobrir assentos disponíveis na simulação do voo promocional devendo postar imediatamente, como se fosse um comentário, o número visualizado. Aos primeiros que postassem a resposta correta, um presente de “Valentine”: um par de passagens de volta, a partir da escolha de qualquer destino da Gol.

Em média, foram 90 atualizações de página por usuário. E o resultado, claro, colocou a companhia aérea à frente de todas as demais em número de fãs no Facebook. Genial.

Criação da AlmapBBDO

Corrida de bagagens

Com o objetivo de demonstrar que está bem preparada para receber visitantes de diversos países para os Jogos de Londres 2012, a British Airways acaba de lançar sua nova campanha, produzida pela agência BBH London. No filme publicitário, bagagens de diferentes países “competem” numa grande corrida em que as malas chegam bem a seu destino.

Não pude deixar de lembrar de outra companhia aérea, a United Airlines, quando o músico Dave Carroll, anos atrás, teve seu violão quebrado pela falta de cuidado no transporte e gravou um vídeo expondo a marca nas redes sociais de forma negativa. Para refletir se o comercial da British Airways teve ou não um leve toque de inteligência competitiva, vale relembrar o vídeo contra a United:

Foco no público intermediário

Volta e meia, recebo e-mails pedindo que eu redirecione a mensagem ao departamento de TI ou de Compras, caso eu não seja a pessoa responsável diretamente pelo assunto em destaque. Como a maioria das pessoas costuma fazer, dou o encaminhamento ao e-mail com um só clique, transferindo a mensagem à lixeira. Isso nos faz ter certeza da ausência total de uma estratégia por parte do remetente. Pode até ser que ele envie milhões e milhões de mensagens e consiga um retorno dentro do esperado. Mas acaba sendo uma iniciativa pouco eficiente e que desgasta por completo seus destinatários.

Dentro desse contexto, vale relembrar o exemplo de uma ação feita ainda no 1º semestre de 2011 pela agência DDB de Estocolmo (Suécia). É uma boa ideia de como se dirigir a públicos intermediários para, então, se alcançar o público-alvo desejado. O objetivo da agência era trazer novos visitantes para a galeria Bonniers Konsthall, que exibe mostras de arte contemporânea, instalações e artes performativas.

A DDB decidiu fazer um convite muito diferente do usual, já que seria um grande desafio manter a marca de seu cliente em evidência, por buzz, e chegar diretamente às pessoas que de fato teriam interesse em conhecer a galeria. Na prática, a dinâmica consistia em enviar entradas gratuitas para centenas de pessoas dizendo que o convite para visitar a galeria não era para elas, mas que poderiam repassá-lo a um amigo ou ao amigo de um amigo que acreditassem ter interesse.

Sustentada por redes sociais, como o Facebook, as “pessoas desconvidadas” poderiam se cadastrar e receber futuros convites para repassá-los a outros interessados. Como o convite era personalizado, o seu portador necessitava apresentar documento para provar que não era ele. Parece uma desfeita para quem recebeu o convite, mas se essa pessoa realmente desejasse visitar a galeria teria de consegui-lo por um amigo. Lembra-se da estratégia do Orkut, em seu início? Algo por aí…

Com informações do site Eurobest.

Quem somos neste mundo digital?

Você já ouviu falar de perfis digigráficos? De uma forma bastante resumida, podemos dizer que se trata de uma nova segmentação de consumidores, a partir de um estudo da DM9DDB. Confira mais detalhes neste vídeo produzido pela agência e não deixe de conferir, um a um, os perfis e suas características:

Informações e relevância

Você se considera uma pessoa seletiva em sua busca por informação? E quando as redes sociais na Internet fazem isso por você? Vale a pena refletir sobre este assunto, revendo ou conhecendo esta apresentação de Eli Pariser, pesquisador e presidente da organização política MoveOn, no Ted Talks, há cerca de um ano, sobre a bolha de filtro.

Cartoons do cotidiano

Noise to signal” é uma dica de site que ilustra situações sobre redes sociais e negócios e como vivemos e trabalhamos em um mundo digital. Tem a assinatura de Rob Cottingham. Vale conferir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


– Nosso pacote de benefícios é que não bloqueamos Facebook.

Encontre o vermelho

Muito criativa a nova campanha canadense dos chocolates M&M’s, com o uso de redes sociais. Basta imaginar que o “vermelho” caiu dentro do Google Maps/Street View e seu objetivo agora é encontrá-lo. Como prêmio, vale um veículo “Smart for Two”. O site da campanha é o FindRed.

Com informações do Viral Blog.

Semi-liberdade de escolha

Sob a afirmativa de ser o “primeiro jornal brasileiro a lançar um aplicativo para o Facebook”, a Folha de S. Paulo destaca em sua edição de 24/10/2010 que já faz uso de recursos de compartilhamento de notícias naquela rede social, integrados com a Folha.com.

O aplicativo, sem dúvida, é bastante amigável, pois permite configurar a disposição de notícias e informações que sejam do interesse do leitor. Por outro lado, melhor ainda seria se o conteúdo do próprio jornal estivesse disponível, ainda que parcialmente, para o usuário. Não entro no mérito do que representa “fechar conteúdo”, mas vale dizer que o compartilhamento de informações, a partir desse aplicativo, acaba por forçar o usuário a socializar somente as notícias que foram previamente definidas nesse espaço de conteúdo aberto. Quem sabe, no futuro, o usuário tenha uma liberdade maior de escolha.

Para conferir o link no Facebook, clique aqui. O aplicativo está disponível na aba ‘Folha.com’.

Ir além do que você imagina

A IMD, uma escola suíça de negócios, encontrou uma forma criativa para interagir com seus potenciais clientes, fazendo uso de  redes sociais e de um concurso on line. O vídeo, a seguir, tem como base o slogan da escola: “Vá além do que você pensa que é possível”.

Debate na TV e Twitcam

Mais de 10.000 pessoas  acompanharam os comentários do ex-candidato Plínio de Arruda por Twitcam, ao vivo (live stream), de olho no debate da Band, entre os candidatos Dilma e Serra. Tempos de redes sociais ou convergência de mídias? Tudo ao mesmo tempo agora.

Em todos os lugares

Embora cada país tenha uma realidade diferente em relação ao número de usuários de redes sociais, é certo que grandes marcas, em todo o mundo, fazem parte dessas redes como estratégia de comunicação com seus consumidores. O vídeo, a seguir, ilustra, por exemplo, o aumento de uso de redes sociais na Espanha:

Galvao Birds, a farsa

Ocupando o primeiro posto mundial nos Trend Topics do Twitter, a expressão “CALA BOCA GALVAO” vem reinando absoluta desde a transmissão de abertura da Copa. O que era para ser apenas uma brincadeira, tomou uma proporção violenta. Aos que não compreendiam a língua portuguesa e questionavam do que se tratava essa expressão, recebiam como resposta que “galvao” era uma espécie de pássaro em extinção no Brasil e “cala boca” algo como “salve”. Enfim, acabou se tornando uma espécie de campanha para salvar uma suposta ave quase rara no Brasil, com direito até a criação de uma fictícia fundação e retweets que gerariam US$ 0,10 àquela instituição.

A história, cinco dias depois, ainda repercute pela rede e os mais “criativos” vêm divulgando que “CALA BOCA GALVAO” será tema de um videoclipe de Lady Gaga. Diz a “lenda”, que Ana Maria Braga, intitulada como “atriz” nessa brincadeira que se fortaleceu nas redes sociais, dançará no clipe, além de ser a embaixadora da fundação fictícia de proteção aos “GALVAOS BIRDS”. Hoje, no El País, além de outras publicações de destaque, a farsa está desvendada. Espero sinceramente que essa brincadeira não prejudique futuras campanhas, sérias, que tenham como propósito mobilizar os internautas para causas justas. Inevitavelmente seremos vistos, por enquanto, com descrédito.

No caminho de Santiago

Uma ação promovida pela Estrela prevê a volta da fabricação do Ferrorama. A iniciativa é baseada nos pedidos da comunidade “Volta Ferrorama”, criada no Orkut e que conta com quase 3 mil membros. A fabricante se utilizou de redes sociais para lançar um desafio: 10 fanáticos pelo brinquedo precisam levar um trenzinho nos trilhos para percorrer o caminho de Santiago, na Espanha. Para mais detalhes, confira o canal de vídeos “Volta Ferrorama” no YouTube ou assista, abaixo, a um dos vídeos:

Clique aqui para visitar o site da ação.

Milhões deles em rede

Vídeo* da AgênciaClick sobre o perfil da participação de brasileiros nas redes sociais.

(*janeiro de 2010)

Que tal um cineminha virtual?

Spike Jonze, produtor e diretor de filmes e vídeos musicais, é o responsável pela produção do curta metragem “I’m here”. Com apoio da Absolut Vodka, o curta retrata a história do relacionamento de dois robôs que moram em Los Angeles.

A grande novidade, entretanto, fica para a forma de exibição do filme. Quem quiser assistir a uma sessão, precisa se dirigir à sala virtual (clique na imagem abaixo). Na bilheteria, verifique a disponibilidade da sala e, se estiver lotada, veja o horário da próxima sessão e retorne. O número de assentos é limitado e, quando disponíveis, você pode utilizar a rede social Facebook e compartilhar o filme com seus contatos.
 

Boa sorte na fila e bom filme!

Yes, we can!

Presente em mais de 53 mil listas no Twitter e com quase 3,5 mihões de seguidores, há que se reconhecer que Barack Obama utilizou bem as redes sociais na época que antecedeu sua eleição e até hoje continua fazendo uso para governar e se comunicar em busca de apoio. A reforma da saúde, uma de suas prioridades, foi aprovada no congresso americano na segunda-feira, 22/3. Horas antes dessa votação, Obama lançou mão do Twitter e enviou mensagens pedindo aos eleitores pressão nos seus representantes para aprovação da reforma.

Como lembra este vídeo de 2008, que mistura música ao discurso do presidente norte-americano, “yes, we can!”:

Tipos esquisitos

Em 2009, três jovens norte-americanos decidiram criar um blog, por brincadeira, para postar algumas fotos dos “tipos esquisitos” que viam frequentar as lojas da rede Walmart, nos Estados Unidos. O que era para ser uma diversão passageira acabou por ganhar cada vez mais repercussão e se transformou numa espécie de rede colaborativa. É que jovens de outros estados norte-americanos passaram a fotografar pessoas nas demais lojas da rede varejista e postá-las como contribuições no blog.

O projeto ganhou uma dimensão um pouco maior e o blog, agora, tem novas seções, inclusive uma de loja virtual com produtos que levam a marca “People of Walmart”, nome original do blog. Os próprios administradores desse inusitado serviço alertam que a iniciativa nada tem a ver com o Walmart original – e até informam o endereço do site da rede de hipermercados para o visitante.

Se isso vai adiante, não sei dizer. O Walmart, até onde pude pesquisar, não se pronunciou a respeito, mas o blog “People of Walmart” já tem mais de 31 mil seguidores no Twitter e quase 460 mil fãs no Facebook. O mais interessante é que a loja virtual walmart.com, anunciante de links patrocinados no Brasil, se beneficia das visitas locais ao endereço daquele blog que, em princípio, nada acrescenta à reputação da marca.

Antes que o sinal caia e eu também

Conexão lenta hoje e eu mais ainda, me curando de um resfriado. De qualquer forma, vai aí a dica para conferir o Especial  Estratégia de Redes Sociais da HSM. Clique aqui.

Quem vai para a cozinha?

“Coração do Lar” é o projeto da Electrolux apresentado no DesignBoost do Museu Sueco de Arquitetura, em Estocolmo.  Nele, a empresa demonstra qual seria a sua visão para a cozinha do futuro, combinando balcão, fogão e mesa.

Resumidamente, ao se colocar ingredientes sobre a bancada, o equipamento reconheceria as combinações possíveis de pratos a serem feitos. Uma vez decidida a receita, seleciona-se com a mão o tamanho da área a ser utilizada para cozimento e determina-se o ajuste da profundidade que substituiria as panelas.

Esse projeto de cozinha, imaginada para daqui a quatro décadas, tem como base alguns pressupostos da Electrolux a respeito da sociedade, como a presença das redes sociais na rotina de vida das pessoas para  ajudar nas tarefas diárias.

(c/ informações da Info)

Publicidade em redes sociais

Já não é de hoje que sabemos que a rede social Facebook negocia espaço publicitário tendo como base qualitativa o perfil de seus usuários. A novidade, entretanto, é que o acordo entre Facebook e Microsoft em publicidade foi revisto e o contrato de exclusividade para controle de metade do negócio foi rompido.

É certo também que outras redes sociais representam um potencial negócio para anunciantes, como ocorreu há poucos anos com a compra do Orkut pelo Google. Enquanto esse mundo virtual se transforma e amplia seu alcance, as empresas proprietárias de redes sociais vão oferecendo a seus usuários novos atrativos, como jogos e serviços de interfaces com outras redes, cuja lógica é promover interação entre os usuários e mantê-los sempre por perto. Seja como for, não existe fórmula mágica para manter um serviço ativo de qualidade sem gerar receita. Redes sociais não fogem à regra.

Redes sociais: quem cuida?

Ainda será preciso um bom tempo para que as empresas utilizem corretamente as redes sociais como mídia. É uma opinião. Nem todos sabem fazer uso adequado desse recurso. Da mesma forma que uma pessoa que utiliza o Paint já se considera fera em designer gráfico, em breve veremos usuários de redes sociais, sem formação adequada, trabalhando neste novo campo. Lamentavelmente já começo a encontrá-los, em muitas redes, como agentes de propaganda  e não como especialistas em redes sociais. 

Por outro lado, temos de reconhecer que o mercado já vem preparando bons profissionais para esse fim, como alguns nomes que podemos ver neste vídeo da Telefonica, gravado durante a Campus Party. É preciso, portanto, que o responsável em geri-las seja alguém com conhecimento e compreensão suficientes para não expor inadequadamente a marca de uma empresa.

Morrer de rir

O uso de hashtags já se tornou muito comum no Twitter. Trata-se de uma espécie de etiqueta (tag) adicionada ao ‘tweet’ desse microblog para facilitar a localização de um mesmo assunto postado por diferentes pessoas (segue o padrão “#” + palavras sobre o tema). Quanto mais utilizadas, mais chances de serem vistas por outros usuários no ranking de tópicos mais comentados.

Talvez a hashtag mais lembrada seja a “#forasarney”, em que usuários do Twitter pediam a saída do senador José Sarney de suas atividades no Congresso Nacional. Uma mais recente e, com o devido respeito à profissional envolvida, virou piada em pouco tempo. Foi a hashtag #soniaabraofacts. O vídeo, a seguir, ilustra como tudo isso começou. A dica é da colega e jornalista Drika Valeriano.

Segurança na Internet

Para quem ainda não passou pela Campus Party 2010, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, vale conferir a apresentação “A arte de enganar”, com o ex-cracker Kevin Mitnick, hoje consultor de segurança na Internet, realizada ontem:

Conheça também a Campus Party TV, integrada ao Facebook.