Tag Archive | talento

Dosar competências

Qual o conselho, como líder, que você daria a seu pessoal? Inicialmente eu responderia assim:

“Uma equipe vencedora só pode ser formada por profissionais que atuem com ética e responsabilidade em suas funções. A chave do sucesso está em saber dialogar com todas as pessoas com as quais nos relacionamos. Não há limites para superarmos desafios. Cada um é parte fundamental para alcançarmos nossos objetivos. Nada é impossível quando queremos chegar lá. A soma do talento individual [competências de cada integrante da equipe] é a nossa principal ferramenta para vencermos”.

Refletindo ainda mais a respeito, podemos considerar que uma equipe de sucesso é mesmo uma soma de talentos individuais, cabendo ao líder buscar o equilíbrio entre as competências necessárias para cumprir os objetivos propostos. Dialogar sempre é o conselho a que me refiro. Você concorda?

Mais humor no trabalho, sem temer o ridículo

The Laryngospasms é um divertido grupo norte-americano formado há quase 20 anos por profissionais da área de saúde (enfermeiros anestesistas).  Embora tenham CDs gravados e façam shows regularmente, não dá para dizer que sejam os maiores músicos do planeta, mas vale conhecê-los pela irreverência de suas paródias, todas ligadas, claro, à área médica.

A versão, a seguir, é da música “Breakin’ up is hard to do” do Neil Sedaka (1966). Afinal, se romper um relacionamento é algo difícil, lembre-se que acordar, às vezes, pode ser ainda mais…

Moral da história: coloque mais diversão em seu trabalho e não se preocupe com o ridículo. Há outros talentos que precisam ser explorados. No mínimo, será divertido.

Susan Boyle: um concerto ‘desconsertante’

Recebi de uma grande amiga o link para um vídeo que já ganhou ‘milhões de acessos’ mundo afora… Aproveitando o que eu havia comentado no post  “Reter ou represar talentos”, considero Susan uma candidata a se tornar uma profissional de alto desempenho (vejam o vídeo, se é que ainda não o viram).

Susan Boyle no programa "Britain's got talent" 

Desempregada, símbolo da ‘antibeleza’, Susan teve seu talento represado até os 47 anos de idade, por preconceito ou por puro descaso de não ter sido “ouvida”. Diante de centenas de pessoas em um programa de TV – e agora para milhões delas em todo o mundo -, provando o que ela tem como talento realmente, quem mais poderá impedi-la de crescer?

Clique aqui para assistir.

Reproduzo trecho do diálogo apenas para ilustrar.

APRES.:  –  Qual é o sonho?
SUSAN:   – Estou tentando ser cantora profissional.
APRES. : – E por que não deu certo até agora?
SUSAN:  – Nunca me deram uma chance antes e espero que isso mude. 

Conclusão:
(reservado para seus comentários).

Reter ou represar talentos

Outro dia ouvi um colega de Recursos Humanos falar sobre a importância que a sua empresa dava à retenção de talentos. O assunto permitiu diferentes abordagens e discussões. Uma delas era o real significado da palavra “talento”. Na minha avaliação, nenhum ambiente corporativo no mundo possui talentos. Existem, sim, profissionais de alto desempenho nas organizações que conseguem superar dificuldades para construir soluções de forma compartilhada e apresentar um resultado normalmente acima do que era esperado.

Quando boas políticas e práticas gerenciais são estruturadas e implementadas pelo RH para apoiar o desenvolvimento dos profissionais de uma empresa, com alinhamento estratégico aos negócios da organização, surge uma oportunidade para que o potencial de um funcionário seja “liberado” e ele alcance esse alto desempenho.

Talento não é uma pessoa. É uma aptidão que se não for inata, pode ser desenvolvida e evidenciada. Pessoas detêm talentos. “Reter talentos” é o mesmo que “represar o desenvolvimento de aptidões”. É esse o papel que o RH de sua empresa vem praticando? Dificilmente será se um programa de práticas gerenciais, aquelas que dão ao gestor condições de estimular o desenvolvimento da equipe, tiver sido amplamente estudado pensando-se em pessoas em primeiro lugar.

<Este post foi posteriormente publicado como artigo no jornal Positivo (Guarulhos) em fevereiro de 2009, pág. 11. Para ler, clique aqui >